Pequena abelha

pequenaabelha.fiqueiencantada

No início do livro você se depara com o ótimo provérbio nigeriano: Se o seu rosto está inchado pelas duras pancadas da vida, sorria e finja ser um homem gordo. No meio do livro, o seu coração passa por diversos sentimentos como medo, esperança e sonhos. E no fim do livro, eu me perguntei, se realmente há finais felizes em qualquer história, em qualquer vida real. A eterna busca do final feliz me pareceu um pouco utópica ao ler esse livro.

A garota que você deixou para trás!

a.garota.que.voce.deixou.pra.tras.fiqueiencantada

Já li dois livros da Jojo Moyes. E o que eu tenho a dizer? Ela é incrível! Os livros dela me prendem, possuem um efeito enorme sobre mim. Não vejo as horas passarem. Sempre anseio mais uma palavra, mais um pouco do gosto da história.  A garota que você deixou para trás é ao mesmo tempo sensível e forte. Às vezes, a gente deseja viver o passado não vivido, momentos que foram cortados ao meio sem a nossa permissão. Os vestígios ficam, e começamos a ter não só saudade do passado, mas também do futuro, da esperança de ter de volta o que foi nos tomado, de viver o que não se viveu.

À la francesa!

De repente, me deparei com vários títulos que continham palavras como “parisiense” ou “francesas” ou qualquer coisa parecida em capas de livros. Fiquei curiosa para entender o tal do Je ne sais quoi  (não sei o que) das francesas – aquele charme extra inexplicável que atrai o olhar das outras pessoas. E pelo jeito, o mundo está disposto a desvendar esse mistério.

a parisiense ines de la fressange

Comecei com o livro “A Parisiense”. Já faz algum tempo que eu o li. Um livro cheio de dicas (algumas boas, outras óbvias e algumas bem pessoais)  sobre moda, maquiagem, lojas e restaurantes em Paris. Um bom começo para tentar entender o estilo effortless chic das parisienses – aquele modo de ser chique, de se vestir bem sem parecer que houve esforço algum. E de quebra, há um guia bem charmoso cheio de restaurantes e lojinhas descoladas para visitar em Paris.

crianças.francesas.não.fazem.manha

Também fiquei curiosa para ler o livro da Pamela Druckerman, Crianças francesas não fazem manha. Não tenho o intuito de fazer apologia sobre qual é o melhor método ou maneira de criar um filho. Gostei do livro simplesmente porque ele não defende muitos rótulos e teorias. Apenas o jeitinho intuitivo e instintivo de ser mãe. Acredito, que de uma maneira geral, mães sempre tentam fazer o melhor que podem, cada uma do seu jeito, mas sempre com boas intenções. E elas são imperfeitas também. E está tudo bem!

como-ser-uma-parisiense-livro-

Como ser uma Parisiense em qualquer lugar do mundo fecha esse ciclo de leitura (pelo menos por enquanto) relacionado ao DNA Parisiense. Um livro leve para ler numa sentada. Um pouco do que pensam, como agem, os paradoxos, a peça nobre que não pode faltar no armário, o tal do cabelo natural meticulosamente e lindamente despenteado são alguns dos assuntos falados de forma descontraída por quatro autênticas e charmosas parisienses.

 

No feeling is final!

FernandaTorres.Fim

Fernanda Torres escreve bem, fala sobre o fim da vida e  faz a gente pensar no quanto ela é rara. Entre erros e acertos, ela esta aí pra ser vivida e o fim é a única certeza. O fato de não sabermos quanto tempo nos resta é bom porque a gente acaba brincando com a vida, e pode ser ruim também porque a gente acaba brincando com a vida. Cuidado, a vida é pra valer!